vaporizou:

“Uma vez perguntei: — O que é mais importante, amar ou ser amado? E me responderam: — O que é mais importante para um pássaro, a asa esquerda ou a direita?”

Desconhecido. 

emociona:

“Eu amei você. Foi o amor mais puro que já senti, estava além da beleza, das aparências e além do que você tinha ou não para me oferecer. Eu te amava porque, você simplesmente era você, sem medo do que os outros iam pensar, tu tinha a alma bonita, um jeito lindo de falar e isso me encantou de tal forma que eu não consigo explicar até hoje.”

Palavras de Adeline Bäumler.

emociona:

“Às vezes é preciso se afastar das pessoas que você ama, mas isso não quer dizer que você os ama menos. Às vezes, você os ama ainda mais.”

A última música.  

emociona:

“Cada beijo era diferente, cada um mais intenso que o outro, como faíscas numa fogueira crescente: beijos breves e suaves, que diziam que ele a amava; beijos longos e lentos, repletos de idolatria, que diziam que ele confiava nela; beijos leves e brincalhões, que diziam que ele ainda tinha esperança; beijos de adoração que diziam que ele tinha nela uma fé que não tinha em mais ninguém.”

Cidade do Fogo Celestial.  

dois-unicornios:

“Vou continuar sentindo medo. Medo dos sentimentos, medo de não saber seguir em frente, medo de desviar do caminho e acabar na curva errada. Medo de não entender o coração. Medo de magoar, iludir, machucar, isolar. Medo de apavorar. Medo de esquecer, medo de lembrar. Sinto que o medo é uma constante, e uma prisão. Mas ele se encaixa tão bem, que por muito tempo pensei que fosse minha salvação. Entendi que não, o medo é uma linha, na qual cruzamos para o desconhecido, onde podemos encontrar muitas coisas novas, coisas boas e ruins, sorrisos e choros, tapas e abraços. O caminho a seguir não é garantia de felicidade, mas o medo de tentar, é garantia de arrependimento.”

— Dois-unicornios

(via himoldlove)